Listen in Winamp Listen in Media Player Listen in Real Player High 128k
Listen in Winamp Listen in Media Player Listen in Real Player Medium 96k
Listen in Winamp Listen in Media Player Listen in Real Player Low 64k
  Listen in Flash
 Agora: Gary Moore - Over The Hills And Far Away



High 128k
Medium 96k
Low 64k
  Listen in Flash
 Agora: Em breve!!!



High 128k
Medium 96k
Low 64k
  Listen in Flash
 Agora: Em breve!!!
Home
Página Principal
Sobre a Plug
Histórico , Equipe
A Rádio
Programação, Como Anunciar
Variedades
Notícias, Enquetes, Recados
Web Radio
Coloque sua rádio na web
Newsletter
Receba notícias e promoções
Contato
Fale conosco, Peça sua música

MPF afirma que há provas suficientes sobre envolvimento de Garotinho


Procuradores envolvidos com a operação Segurança Pública S/A, que levou à prisão do deputado estadual Álvaro Lins, ex-chefe da Polícia Civil do Rio ( Saiba mais sobre Álvaro Lins ), afirmaram nesta quinta-feira que há provas claras sobre a importância do ex-governador Anthony Garotinho na manutenção política do grupo. A afirmação foi feita durante entrevista coletiva na sede da Procuradoria Regional da República, da qual partiparam os procuradores Maurício da Rocha Ribeiro, Cristina Schwansee e Paulo Fernando Corrêa, autores da denúncia. ( Veja a lista dos denunciados ).



Os advogados de Anthony Garotinho disseram que o ex-governador é inocente.



- Ele não é chefe de quadrilha, mas um homem de bem. Garotinho é um político conhecido e não enriqueceu às custas da atividade política. É um homem que procura sobreviver, hoje, ainda com uma atividade política, mas também com uma atividade comercial - afirmou o advogado Sérgio Mazzillu, que defende Garotinho.



Em seu blog , o ex-governador afirma que mudança em delegacia do Meio Ambiente, onde delegado teria dificultado o esquema, foi causada por denúncia de presidente da Firjan .



Leia também:



Itagiba nega omissão ou conivência



Desembargadora e deputada na mira do MP



Outro ex-chefe de polícia se entrega



Tiveram a prisão decretada cautelarmente pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região sete policiais civis, entre eles Ricardo Hallak, que substituiu Álvaro Lins na Chefia de Polícia, quando ele se licenciou do cargo para concorrer às eleições. Hallak, que se entregou na noite desta quinta, é acusado de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha armada, facilitação de contrabando e corrupção passiva. Um acusado considerado foragido é o inspetor Hélio Machado da Conceição, o Helinho.



Ex-chefe da Polícia Civil Álvaro Lins é preso pela Polícia Federal / Foto: Domingos Peixoto



Policiais federais prenderam também os inspetores da Polícia Civil Mário Franklin Leite Mustrange de Carvalho, o Marinho, e Alcides Campos Sodré Ferreira, o Alcides Cabeção. Na casa deste último, em Jacarepaguá, foram apreendidos documentos e R$ 32 mil em espécie. O delegado Luiz Carlos dos Santos, que teve sua prisão decretada e não foi encontrado em sua casa em Niterói, se apresentou no início da tarde à Polinter.



Os dez mandados incluíam ainda a prisão dos policiais Fábio Menezes de Leão, o Fabinho, e Jorge Luiz Fernandes, o Fabinho, mas eles já estão detidos desde a Operação Gladiador, desencadeada pela Polícia Federal em 2006.



Também foram presos em flagrante o sogro de Álvaro, o médico Francis Bullos, e Luciana Gouveia dos Santos, ex-mulher do deputado. Eles seriam, segundo a denúncia, "laranjas" do parlamentar. Bullos foi detido em Barra Mansa, onde mora, e Luciana também em casa, no Flamengo.



Nesta madrugada Luciana deixou a cadeia. A defesa dela conseguiu um alvará de soltura.



O advogado Ubiratan Guedes, que defende criminalmente o delegado Álvaro Lins, informou ontem que seu cliente está sendo alvo de um erro grave e qualificou sua prisão em flagrante como uma "violência jurídica".



Não há provas de benefícios financeiros para o governador



De acordo com os procuradores, Garotinho sabia do esquema e permitiu que ele fosse adiante, nomeando os envolvidos para funções estratégicas na sua administração. Ainda segundo os procuradores não há provas que Garotinho tenha se beneficiado financeiramente das propinas e, por esta razão, não pediram a prisão do peemedebista.



" Ficou comprovado que ele (Garotinho) atuava como líder político do grupo "



- Não há provas até o momento de que o ex-governador estivesse diretamente ligado às ações criminosas cometidas por Álvaro Lins, Hallak e pela quadrilha, mas existe sim uma denúncia bem detalhada, que não pode ser divulgada por estar sob sigilo da importância do ex-governador para a manutenção da quadrilha. Ficou comprovado que ele atuava como líder político do grupo, dando respaldo aos integrantes principalmente durante o governo Rosinha, quando chegou a ocupar o cargo de secretário de Segurança Pública - afirmou o procurador Paulo Fernando Corrêa.



Embora o esquema tenha sido mais atuante no governo Rosinha Garotinho, segundo os procuradores não ficou provado que ela soubesse das atividades criminosas de seus assessores diretos.



- Nas investigações feitas e na análise das provas coletadas não houve encontramos qualquer prova que justificasse uma denúncia contra a governadora em crime tão grave - afirmou o procurador Maurício da Rocha Ribeiro.


Fonte: O Globo



Outras novidades




   Copyright 2008 PlugFM Brazil - Todos os direitos reservados.
   Desenvolvido por Boo Soluções Web